Esse texto é para você, não sei se você vai ler, ou se assim que você ver que é para ti vai fechar a janela. Estou escrevendo por que eu me sinto mais leve depois que eu escrevo, eu gosto de escrever sobre meus sentimentos. Eu fui um completo idiota né? Nós estavamos felizes só que eu não conseguia perceber isso, eu tentava nós “rotular’ como namorados, eu não sabia que a gente podia ser realmente feliz sem ter esse “titulo”, idiotice né? Eu estraguei tudo, você tentou voltar a falar comigo, só que eu nós levei para o mesmo caminho, o mesmo final. Eu tinha tanto medo de te perder, que acabei perdendo, é a vida é assim. Você não fala mais comigo, sem abraços, sem carinho, nem trocamos mais olhares. Eu sinto sua falta… eu lembro daquele tempo a gente no shopping assistindo tevê, aquelas nossas discurções besta, tentavamos ver quem era mais inteligente, a parte daquela musica combinava com a gente né “Vamos discordar de tudo que é certo”, nossas discurções bestas, sua pequena racista. Eu sinto tanto sua falta… mesmo que eu te veja todos os dias em algum lugar cotidiano e comum. Esse post não tem nenhum imagem, pois não temos nenhuma foto juntos, e também não existe nenhuma imagen que consiga retratar o que estou sentindo, por isso eu fico aqui juntando minhas palavras numa tentativa desesperada de demonstar o que eu sinto. Acho que é isso, nessa minha tentativa saiu esse texto, não sei se você leu até aqui. Obrigado por ter aparecido na minha vida, mas infelizmente você está com tanta pressa para sair da mesma.
Mostrando postagens com marcador separação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador separação. Mostrar todas as postagens
16 de junho de 2011
29 de agosto de 2010
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama
De repente não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distânte
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
• Vinicius de Moraes
Assinar:
Postagens (Atom)